quarta-feira, 24 de abril de 2013

Terrible Two e agora?

Olá minhas queridas amigas e leitoras!

Pois é mãezinhas essa tão temida crise dos dois anos já deus as caras por aqui!
A Yasmin está a cada dia mias impossível, birrenta, teimosa, chorona e tudo mais que deixa uma mãe doidinha!
Sinceramente to bem perdidinha com o que fazer nesses comportamentos dela, claro que ela não é assim o dia todo, a Min é um doce de criança,carinhosa, educada, se comporta, obedece, mas quando dá os ataques dela ninguém seguras a baixinha!
Até as tias da escolinha vieram reclamar dessa chatice da Yasmin.
Quando estamos em casa procuro não satisfazer essas vontades que normalmente são por coisas que não podem né! Mas na rua só falto morrer de vergonha ela simplesmente dá um show de gritaria e haja ouvidos! O pior é a cara das pessoas nos olhando né, juro que nessas horas me enfiaria em qualquer buraco!
As vezes me pego pensando, será que não sei educa-lá, o que fazer? Cofesso que as vezes rola um cantinho do pensamento, umas palmadas e tem dias que simplesmente acabo cedendo para acabar o chororô na minha cabeça, sei que é errado mas nem tudo que fazemos é o certo né!


Vamos ver o que o site Bebe.com.br fala sobre isso!

O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos e parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso.
O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.


1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.


2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

Beijão!



14 comentários:

Jamilly Mãe do Lucas Davi disse...

Ai amiga essa fase e terrivel e requer muita paciencia mesmo.

beijos

Francisca disse...

Sapeca da vó!

Ta bem difícil essa fase mesmo!

Beijos!

Diogo Maestro disse...

As vezes acabo me estressando com a Min desse jeito também!

Espero que isso passe logo!

Andreia Sales disse...

Eu confesso que essa fase é uma delícia.
É terrível sim rsrsrs mas vem acompanhada de muito amor e carinhos.
Bjks
www.makeviagem.blogspot.com.br
#recantocomenta

Cláudia Leite disse...



Ai Ale...
ISabella sempre foi uma menina bem atacadinha, nessa fase então...
Ela ficou assim em fevereiro, mas deu uma melhorada, tem os ataques neh, mas até que nos últimos dias estamos bem...kkk
Ai, como queria dar uma apertada na Min!!!

Bjão em vcs!

Andrea Charan disse...

Nós vivemos o terrível 2, rs. Acontece sim!!! Mas a gente supera, tem que ter paciência e respirar fundo várias vezes, eu também usei a punição da seguinte maneira: tirava a Lara da briga com outra criança e voltava pra casa. Fiz 7, 8, 9 vezes. Até ela entender que estava "perdendo".... e melhorou. Bjus Andrea e Lara coisas-da-lara.blogspot.com.br

Tatty Nunes disse...

Retribuindo a visitinha no blog e adorei o seu, seguindo!
Fase dificil para as mamães, aqui em casa já tá começando kkkkkk
Bjos
Tatty
http://diariomaedeprimeiraviagemtatty.blogspot.com.br/

Natália Santos disse...

-
Olá ! fazendo um breve passeio no MUNDO DOS BLOG'S me deparai com o seu gostei muito ta , nossa sua princesa é muito linda as fotos dela então show de bola , seguindo aqui ta !

E segundo oun flor isso é uma fase minha pequena esta com 1 ano 5 meses e ja esta dando piti dela estou tendo bastante paciência tem horas que me falta um pouco mais procuro la no fundo força pra não bater não gritar..

Espero que tudo de certo sheiro Grande http://khauannydandara.blogspot.com.br/

Toninha Borges disse...

Adoro essa fase é mais gostosa que tem passa ligeiro.
Bju

Cristiane Lima disse...

Querida amiga, vamos dar as mãos, nos unir e consolar uma a outra... kkkkk
Por aqui tb estamos chegando nesta fase, affffff
Joseph tá ficando com manias e querer próprio, agora veja isso.
Amei o post pq nos ensinou como agir nessas situações difíceis, bjss

Luciana Winck disse...

Adorei seu post! Aqui também vivemos essa situação e não é fácil! Só peço a Deus para ter paciência e que essa fase passe logo.
Bjs!

Graziela Sales disse...

Amiga, por mais dificil que seja, aproveite cada fase da vida com sua filha porque passa rapido demais.
Mas tambem ela precisa saber que quem manda é voce e não ela.
beijos
recantocomenta
maede4princesas.blogspot.com

Ana Flavia Maria das Neves disse...

Meu pequeno com 1 ano e 10 meses, já está nessa fase :( Haja Paciência...
#recantocomenta
http://cantinhodoalvaro.blogspot.com.br/

Vivi * Isaac disse...

Olha aqui em casa esta assim também, dias mais outros menos,mais acho que faz parte do desenvolvimento da crianças, serve para aprender sobre limites... Adorei saber mais com as dicas do baby center. Bjs
Vivi e Isaac
#recantocomenta